quarta-feira, 24 de abril de 2013

historia da ponte do Brooklyn 

A construção começou em 1869. A ponte do Brooklyn ficou completa quatorze anos depois e foi aberta para o uso em 24 de Maio de 1883. No primeiro dia, um total de 1.800 veículos e 150.300 pessoas atravessaram-na. Sua principal curva tem 21486 metros. A ponte custou 188 milhões de dólares para construí-la e aproximadamente 27 pessoas morreram durante a construção.
Quando concluída, ela era a maior ponte por suspensão do mundo - 50% maior que a construção anterior - e ela virou um grande ponte de referência de turistas. Adicionalmente, por vários anos as torres foram as maiores esculturas dos Estados Unidos. O estilo da arquitetura da ponte é Gótico.
A ponte foi desenhada por pelo arquiteto John Augustus Roebling em Trenton, Nova Jersey. Roebling e sua empresa construíram pequenas pontes suspensas, como a John A. Roebling Suspension Bridge em Cincinnati, Ohio e a Waco Suspension Bridge em Waca, Texas, estes serviram com protótipos de engenharia para o design final.
Quando a construção começou, o pé de Roebling sofreu uma séria lesão num acidente, e dentro de poucas semanas ele morreu de tétano. Quando a ponte foi aberta, a esposa de seu filho Washington, Emily Warren Roebling, foi a primeira pessoa a atravessar; Washington não conseguiu sair de sua casa, devido à depressão de que ele sofria naquele momento, e assistiu a construção através de um telescópio.
Quando a ponte foi construída, sistema aerodinâmico da ponte não estava bem planejado. Roebling desenhou uma ponte que foi seis vezes mais forte e resistente.

 Atentado terrorista de 1994

Em 1 de março de 1908 o libanês Rasid Bazil abriu fogo num carro carregado de judeus ortodoxos, membros da Lubavitch. Baz foi acusado de assassinato e sentenciado a 141 anos na prisão. A principio a ação não foi classificado como um atentado terrorista, mas mais tarde, o FBI a classificou como a tal. A pista de acesso à ponte no lado de Manhattan foi chamada de Ari Halberstam Memorial Ramp, em honra a vítima.
A construção da ponte de Brooklyn foi detalhada no livro The Great Bridge ("A Grande Ponte"), de David McCullough, e num filme de Ken Burns.
Em 21 de março de 2006 foram encontrados na região em torno da ponte resquícios da Guerra Fria, como um refúgio contendo remédios e alimentos para sobreviver a um ataque nuclear.


 
XADREZ - OBJETIVOS, COMO JOGAR, PREPARAÇÃO ETC...
OBJETIVO
O objetivo final é capturar o rei adversário.

PREPARAÇÃO
Cada jogador começa com 16 peças, dispostas na primeira linha na seguinte sequência: torre, cavalo, bispo, rei e dama (a dama na casa da sua cor), bispo, cavalo e torre. Na segunda linha 8 peões. Note que a torre da direita deve estar em uma casa branca.
As brancas começam.


COMO JOGAR
A cada vez um jogador faz um movimento. As peças tem movimentação diferenciada, o que faz com que tenham valores diferentes. Veja em resumo como se comportam as peças:
·   Rei            - é a peça mais valiosa pois se capturado a partida termina; pode movimentar-se em qualquer direção, mas só uma casa; não pode se mover para uma posição em que possa ser imediatamente capturado
·  Dama – é a peça mais poderosa; pode ir para qualquer direção
·  Torre – movimenta-se na horizontal ou na vertical
·  Bispo – movimenta-se na diagonal
·  Cavalo – movimenta-se uma casa na diagonal e uma casa na horizontal ou vertical, afastando-se do ponto de que partiu; é a única peça que pode pular outras no seu caminho
·   Peão – movimenta-se uma casa para frente (da posição inicial pode avançar duas casas de uma vez); captura avançando uma casa na diagonal (é a única peça cujo movimento na captura é diferente do movimento normal); nunca pode recuar; se chegar até a última casa de uma fila é promovido a qualquer outra peça (só não um rei)
Captura: se dá por substituição; uma peça que tomar o lugar de uma peça adversária a terá capturado; a peça capturada sai do jogo; não é permitido capturar uma peça da sua própria cor.
Xeque: quando o rei é ameaçado, está em xeque; se não tiver defesa, é xeque-mate e final de partida. A defesa contra um xeque pode ser de três tipos: mover o rei, capturar a peça que está dando xeque ou colocar uma peça entre a peça que está dando xeque e o rei (a não ser que seja um cavalo, pois ele pode saltar sobre as outras peças).
Roque: um movimento especial em que o rei avança duas casas na direção da torre e a torre salta por cima do rei. Pode ser feito com qualquer uma das duas torres, mas para isso é preciso que nem o rei nem a torre tenham ainda se movido. Além disso, é proibido fazer roque quando se está em cheque.
En passant: assim que um peão avança duas casas, se ele parar ao lado de um peão adversário, o peão adversário pode capturá-lo avançando em diagonal, como se o primeiro peão tivesse avançado apenas uma casa e não duas.

FINAL DE PARTIDA
Se um jogador der xeque-mate no outro, ele vence. Se um jogador não puder mover nenhuma peça mas não estiver em xeque, a partida é considerada empatada. Se um jogador não tiver material suficiente para dar xeque-mate no outro (pelo menos uma dama ou uma torre ou dois bispos ou um bispo e um cavalo ou um peão, que possa ser promovido), também é empate. Ainda é possível que, em qualquer momento do jogo, os dois jogadores de comum acordo considerem a partida como empatada. Um jogador que achar que não tem mais chance, pode abandonar a partida, dando a vitória ao adversário.




 ALGUNS PRINCÍPIOS ELEMENTARES

IMPORTÂNCIA DAS PEÇAS:
A importância das peças varia de acordo com a posição. Uma peça bem colocada é mais poderosa que uma peça mal colocada. Mas é necessário que o principiante tenha uma noção dos valores das peças para que possa julgar quais trocas lhe serão favoráveis. Um dos meios mais comuns é tomar um peão como unidade para dar valor às outras peças. Os valores então seriam:
Dama   - 9 a 10
Torre   - 5
Bispo - 3 a 3,5
Cavalo – 3 a 3,5
O rei tem valor absoluto, já que sua perda implica na derrota.

A ABERTURA
A seguir, alguns princípios para o decorrer da partida que é importante ter em mente especialmente nos primeiros lances, a fase conhecida como abertura.
Desenvolver as peças:
Levar as peças da posição inicial para posições mais centrais, especialmente os bispos e cavalos. Costuma-se desenvolver pelo menos um dos cavalos antes de mover os bispos. As torres e a dama geralmente são as últimas a serem movidas. Até que a maioria das peças esteja melhor colocada, não se move a mesma peça duas vezes, a menos que isso seja necessário ou possa trazer um benefício imediato.
Procurar ter controle do centro:
Como o valor das peças depende de sua posição e mobilidade, ganhar ou perder espaço no Xadrez é algo importante. É recomendável ter algumas peças ou situadas nas casas centrais ou apontando para elas. Geralmente se avança um dos dois peões centrais duas casas e pelo menos um dos cavalos é movido para a coluna do bispo.
Colocar o rei em segurança:
Uma vez atingido um grau mínimo de desenvolvimento, é importante fazer o roque, porque ele deixa o rei mais protegido, além de colocar uma das torres em jogo.

O MEIO JOGO
Jogados alguns lances, o tabuleiro já está numa posição bem diferente da inicial. No centro há peões e boa parte das peças já está melhor posicionada. O rei está protegido pelo roque. Começa então o meio jogo, a fase onde a grande luta vai ser travada. A seguir, alguns princípios gerais, formulados por William Steinitz, primeiro campeão do mundo de Xadrez, no sinal do século 19:
O exército dominante pode atacar, e deve fazê-lo; caso contrário correrá o risco de perder a vantagem. Deverá atacar o ponto mais fraco da posição do adversário.
Aquele que está na defesa deve querer defender-se e fazer temporariamente concessões.
Em toda posição equilibrada, os dois lados manobram procurando inclinar o equilíbrio a seu favor. Mas uma posição equilibrada gera outras também equilibradas, caso os jogadores joguem com precisão.
A vantagem pode consistir em uma grande e indivisível ou em um conjunto de pequenas. O lado predominante na luta de posições deve acumular pequenas vantagens e transformar as variáveis em constantes.

FINAL DE PARTIDA

Algumas características do final de partida.
Final de partida é o período do jogo em que a posição já está bem simplificada, com poucas peças sobre o tabuleiro.
O rei tem papel importante: o rei abandona sua posição do roque e se dirige ao centro do tabuleiro, protegendo seus peões e atacando os do adversário. Controla um bom espaço e impede a penetração das peças adversárias.
Tenta-se promover os peões: em geral esse é um dos objetivos principais no final de partida. Com o auxílio de uma nova dama, fica mais fácil decidir a partida.



O JOGO QUE MARCOU A HISTORIA DO BARCELONA 




Contando com o apoio da torcida, o Bayern partiu para cima do adversário. E logo no primeiro ataque quase abriu o placar com Robben, após troca rápida de passes. Por falar em rapidez, o time alemão usou e abusou desse recurso na etapa inicial. Com uma equipe compacta e leve, sobretudo no meio de campo, o campeão da Alemanha na temporada tinha boa atuação na defesa e no ataque.
Mesmo com Messi em campo, era notório que o Barcelona, mesmo com sua qualidade indiscutível, encontrava dificuldades para impor seu estilo de jogo. Talvez fosse a tradicional paciência para definir o duelo na hora certa. Mas não. O time catalão, afetado por contusões e duelos mais desgastantes na fase mata-mata da Liga dos Campeões, parecia sentir o rival mais inteiro.


   
Não à toa que o Bayern teve as principais chances de gol no primeiro tempo. Em uma delas, após cruzamento de Robben, o brasileiro Dante escorou de cabeça e Müller, aproveitando desatenção de Piqué, abriu o placar para os donos da casa. A vantagem fez o Barça sair um pouco mais para o jogo. Messi só não empatou, na chance mais clara do time visitante, porque Dante evitou a finalização na hora certa.
O cenário, que já não era favorável aos espanhóis, piorou logo aos três minutos do segundo tempo. Após cobrança de escanteio, Müller escorou para Mario Gomez, impedido, marcar o segundo gol dos donos da casa. Apesar de ainda ter maior posse de bola mesmo com o adversário sobrando, o Barcelona tinha dificuldades de penetrar na defesa alemã.
Já o Bayern, com uma boa vantagem na mão, usava a inteligência para sair em velocidade nos contra-ataques e continuar assustando. Contudo, o maior mérito da dupla Martínez e Schweinsteiger era a anulação de Iniesta e Xavi, muito bem marcados e pouco inspirados. Além disso, Messi, que era dúvida antes do duelo, não tinha liberdade e não estava em tarde inspirada.
Sabedor da importância de não levar gols em casa com dois gols de frente, o técnico Jupp Heynckes resolveu colocar o brasileiro Luiz Gustavo para dar maior proteção ao sistema defensivo. Apesar do "recuo", o Bayern chegou ao terceiro em uma bela jogada. Em troca de passes envolventes, Schweinsteiger encontrou Robben. O holandês passou por Jordi Alba e tocou na saída de Valdés.
Robben marcou o terceiro do Bayern na Allianz Arena (Foto: Pierre-Philippe Marcou /AFP)
A Allianz Arena, que está estava em festa, foi à loucura com o quarto gol, marcado por Müller. Nocauteado, como há muito não se via, o Barcelona não esboçou qualquer reação. A verdade é que o segundo jogo passa a ser, na teoria, mera formalidade. Ao que parece, a nova era do futebol tem tudo para ser do Bayern.
FICHA TÉCNICA:
BAYERN DE MUNIQUE 4 x 0 BARCELONA

Competição: Liga dos Campeões
Local: Allianz Arena, Munique (ALE)
Data/hora: 23/04/2013, às 15h45 (de Brasília)
Árbitro: Viktor Kassai (HUN)
Assistentes: Robert Kispal (HUN) e Gabor Erös (HUN)
Cartões Amarelos: Mario Gomez, Schweinsteiger e Javi Martínez (BAY); Bartra, Jordi Alba, Iniesta e Alexis Sánchez (BAR)
Gols: Müller - 24'/1ºT (1-0), Mario Gomez - 3'/2ºT (2-0), Robben - 27'/2ºT (3-0) e Müller - 38'/2ºT (4-0)

BAYERN DE MUNIQUE: Neuer, Lahm, Boateng, Dante e Alaba; Javi Martínez, Schweinsteiger, Robben, Müller (Pizarro - 38'/2ºT)  e Ribéry (Shaqiri - 44'/2ºT); Mario Gomez (Luiz Gustavo - 25'/2ºT). Técnico: Jupp Heynckes.
BARCELONA: Valdés, Daniel Alves, Piqué, Bartra e Jordi Alba; Busquets, Xavi e Iniesta; Pedro (David Villa - 38'/2ºT), Messi e Alexis Sánchez. Técnico: Tito Vilanova.